Educar nossos filhos á luz do Eneagrama

Quando nos tornamos pai e mãe, nos sentimos inundados por um amor imenso, feito de gratuidade, fé e esperança, que pensamos ser suficiente para nos guiar na missão de educar esses novos seres humanos que não pediram para serem chamados à existência.

Nunca podemos imaginar, em um primeiro momento, quantos desafios nos aguardarão nessa empreitada da paternidade/maternidade. Além das preocupações com o sustento material, saúde e segurança, ansiamos que nossos filhos sejam equilibrados, realizados, enfim, felizes! É inegável que todos esses sentimentos positivos são fatores críticos para o sucesso desse objetivo, contudo, insuficientes, principalmente quando esses bebês começam a crescer, desenvolver uma personalidade e nossas ações, muitas vezes, produzem resultados contrários às nossas expectativas, apesar das boas intenções.

Expectativas! Talvez esteja aí um grande problema. A primeira grande ajuda que obtivemos com o Eneagrama, foi a compreensão de que cada filho é único, com suas próprias potencialidades, riquezas, características… E não é possível enquadrá-lo em rótulos ou expectativas construídas por nossa visão limitada de mundo ou pelo que a sociedade considera como certo ou errado, bom ou mau, sucesso ou fracasso.

Deixá-los livres para ousarem existir e desenvolverem essas sementes que já estão dentro deles, com sabedoria para dar os limites na dose certa, é a primeira atitude necessária para a sua saúde emocional e felicidade.

O Eneagrama nos deu novas luzes para usar com cada um os recursos adequados para regar as sementes e deixá-las crescer. Com nossa primogênita, Tipo Um, aprendemos a não cobrar, mas ajudá-la a relaxar e a ser mais condescendente consigo mesma. Com nosso segundo, Tipo Nove, aprendemos a valorizar, elogiar, respeitar seu ritmo e jamais pressionar. Com nosso terceiro, Tipo Quatro, aprendemos a dar amor, atenção e paciência, ao mesmo tempo ignorando as dramatizações.

Visto que ainda não existe um curso de graduação para pais (imagine: “Bacharel em Paternidade/Maternidade”), decidimos buscar, antes de tudo, o auto-conhecimento como caminho contínuo de aprendizagem sobre nós mesmos para, seres humanos integrados (apesar da loucura que há em todos nós), estarmos mais aptos a amar, compreender, aceitar e ajudar nossos filhos a viverem sua essência. O Eneagrama não é o único, mas tem sido um caminho espetacular de crescimento e ajuda na nossa missão.

Ana Maria Leite, Administradora de Empresas pela UFC, MBA em Gestão Empresarial pela FGV, Consultora em Projetos de Gestão Empresarial, Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida, Facilitadora de treinamentos, Coach e membro da SBC (Sociedade Brasileira de Coaching), membro profissional da IEA Brasil (International Enneagram Associacion), colaboradora do IESH (Instituto de Eneagrama Shalom).

Ana Maria Leite, Administradora de Empresas pela UFC, MBA em Gestão Empresarial pela FGV, Consultora em Projetos de Gestão Empresarial, Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida, Facilitadora de treinamentos, Coach e membro da SBC (Sociedade Brasileira de Coaching), membro profissional da IEA Brasil (International Enneagram Associacion), colaboradora do IESH (Instituto de Eneagrama Shalom).

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